Prólogo: Adora baixar livros grátis? Aproveite! : )

Se você é daquelas pessoas que não pode ver uma oportunidade que já corre para baixar livros grátis. Aproveite!

Conhece aquele ditado? “De graça, até injeção na testa.”

Confesso que não sou destas. As vezes o gratuito não vale a pena.

Tenho que confessar, contudo, que se me agrada, pego até fila para conseguir uma amostra grátis.

Se você também é assim, esta é uma excelente oportunidade de ler uma história intrigante e cheia de reviravolta sem pagar um vintém.

Estou disponibibilizando meu novo livro no blog. Isto mesmo: oportunidade de baixar livros grátis.

Aliás, nem precisa baixar, é só chegar e ler.

Vamos lá?

Que tal baixar livros grátis

Atrás Daquela Porta

Se quiser, leia antes a sinopse do livro.

Prólogo

 

 

Eu tenho quinze minutos para chegar e nenhum tempo a mais.

Este é o atraso permitido por Augusto, um segundo a mais e ele vai embora, simples assim.

Augusto é deste jeito, desde criança: pontual para chegar e intolerante com atrasos.

Para alguns, isso é sua maior qualidade, mas para mim, seu único defeito. Único.

O ponteiro do relógio correndo e eu revezo entre passos rápidos e corridinhas.

Apesar deste defeito imperdoável, Augusto é daquelas pessoas que você reza para aparecer na sua vida e ficar para sempre.

Eu tive a sorte de ser uma destas pessoas privilegiadas, nos conhecemos na infância e continuamos juntos até hoje.

Olho novamente no relógio: 19:14.

 

Ama baixar livros grátis? Então continue acompanhando esta história.

 

Corro, corro muito. Passo pela rua da escola e em seguida viro à direita. O ponteiro do relógio ainda não está no quinze, faltam dois ou três segundos o que me garante que Augusto ainda está lá.

Sim, porque até para a sua intolerância ele mantém esta insuportável pontualidade.

 

 

Levanto a cabeça e diminuo a velocidade, o galpão já está a alguns metros e então percebo que o cenário hoje, não é o mesmo das outras vezes que eu cheguei ali.

A rua de terra, sem casa e meio escura, agora está clara pelos faróis dos carros de polícia que também não costumam estar ali.

O silêncio acolhedor de antes, agora é tomado por burburinho e choro.

Começo a andar lentamente enquanto olho para as muitas pessoas me encarando. Porque?

Continuo andando, mas meio paralisada, meus pensamentos e raciocínio não se mexem como as pernas. Eu sou assim, diante de algum perigo ou susto, travo.

Continuo andando.

Apesar de todas as pessoas serem conhecidas, e me olharem, ninguém me cumprimenta e nem eu a elas. Ando por entre os matinhos que crescem na estrada de chão e cada vez ando a passos mais lentos.

Estou à porta do galpão quando dois policiais me impedem de continuar, entrando na minha frente. Trombo neles, mas recuo.

Não insisto, entendi pelo olhar das pessoas que ali dentro tem alguma coisa relacionado a morte, eu vi isto nas expressões delas.

Dou meia volta sem saber o que fazer. Chego a pensar em perguntar a alguém o que aconteceu, mas tenho dúvidas se quero mesmo saber.

Fico ali, do lado de fora, evitando suspeitar de alguém que possa ser vítima daquilo que eu não faço ideia do que seja.

Alguém me pega pelo braço, eu não me assusto. Ainda estou meio paralizada.

Quando olho, vejo meu pai. Me sinto aliviada, mas sua expressão não é das melhores.

Com um jeito meio truculento que eu conheço, apesar de nunca ter experienciado, ele me leva para dentro do galpão sem dizer nenhuma palavra.

A sensação que tenho é que ele está me acusando de alguma coisa, mas o que?

Sem questionar o sigo.

Antes de entrar, vejo do outro lado, Augusto, perto de alguns policiais. Aquilo me faz respirar melhor, afinal não era ele a vítima.

Tento lhe acenar, mas meu pai me puxa. Augusto está com as mãos para trás e não me dá aquele sorriso mais acolhedor de todo o mundo.

Eu entendo, afinal, o cenário não é propício a sorrisos.

Meu pai me puxa novamente, eu perco augusto de vista e então estou dentro do galpão.

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